nov
Diz o Facebook:
B! went from being "single" to "married."
out
O horror! Já não me sei entreter sozinho! E isso deixa-me contente.
POR: B (23:43) | LINK
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| Último comentário por nikita
out
You are...
... the only exception. :D
set
PostSecret chega a Portugal!

Não é só o Project Runway que tem direito a edição portuguesa (e ainda bem... porque mete muito medo), e mais interessante que a "Casa dos Segredos" é esta novidade. O Post Secret (já por aqui visto muitas vezes) chega finalmente e genialmente até nós!
Anseio por ler segredos por lá e tenho a certeza que será tão bom como o original. Ora deixa cá ver onde é que eu pus os meus postais...
[ Post Secret PT ]
ago
É preciso fazer alguma coisa a este espaço!
jul
"Put your hands up!"
Esta tem sido a minha companhia nos últimos dias nas minhas viagens de carro. Kylie Minogue volta ao pop-pastilha-elástica que cola e não sai da cabeça. "Aphrodite" pode não ser uma pastilha de mentol refrescante e de fazer levantar voo, mas é docinho, com sabor a morango e altamente viciante. Sem dúvida que o momento alto é o início, no super-oh-my-god-i-love-that-single "All The Lovers" (vídeo em cima, altamente recomendado) e depois é dançar sem parar. Momentos orelhudos na faixa que dá nome ao álbum (cheira a 80s) e na minha favorita "Put Your Hands Up" fazem sempre voltar atrás e ouvir de novo. Não há músicas hipnóticas como a "The One" do anterior "X" mas vicía na mesma. Sabe a Verão, sabe a calor e sabe a divertimento. Dizem que a menina voltou à pista de dança. Pergunto eu: será que alguma vez de lá saiu?
jun
Acordado mas a dormir
Não sou nem nunca fui a pessoa com o sono mais pacífico do mundo. Mexo-me, viro-me com mais ou menos violência, falo, etc etc. Nas últimas semanas tenho sofrido mais regularmente de um outro fenómeno, já experienciado antes mas de forma mais intermitente. É assustador. Cérebro e sentidos completamente despertos (ouço tudo à minha volta) mas corpo totalmente imobilizado e a dormir. Graças ao Google, Wikipédias e afins já sei o que é esta "coisa" que me tem vindo a assustar. Paralisia do Sono. É uma sensação assustadora, pensar em mexer os braços, as pernas, abrir os olhos e total inacção. Falta de ar mas respiração profunda de sono. Demoro uns quantos segundos a sair do transe e o mais bizarro é quando acontece logo após adormecer. Como se o cérebro e corpo deixassem de estar em sincronia... Até agora pensava que estava a ter um início de um AVC ou de qualquer coisa cerebral. Assim fico mais descansado... :P
POR: B (19:02) | LINK
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| Último comentário por nikita
abr
Hey!
Domigos não são bons dias para visitas inesperadas às 10h30 da manhã à porta de casa.
abr
Costumava ter medo de estar bem. De me sentir bem. Já não tenho e estou bem. :-)
POR: B (15:38) | LINK
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| Último comentário por nikita
fev
Para abrir o apetite...
... mesmo antes de mais uma refeição. Carne(s) para o jantar? ( Ok, ok. Piada brejeira :-P )
Mais aqui
jan
Conflitos

O meu corpo, a minha cabeça e o meu coração estão desligados uns dos outros. São peças que agora não encaixam muito bem. Procuro conforto nalgum lado mas está difícil. O meu coração sente imenso e continua a bater com dificuldade e a tentar lutar sem desistir mas continua a ser arremessado para longe por mãos de terceiros. A minha cabeça está cheia de palavras e preocupações, lógicas sem sentido e ruídos. E o meu corpo está cansado de andar, correr, parar, rodar, virar e ser amassado. Tudo soa a falso, a hipocrisia, a fraqueza, a cobardia. Até as minhas palavras soam a isto tudo. São "is" desfocados e sem pontos. Quero parar. Shutdown. Reboot. Realinhar as minhas partes. Reencontrar a força e cortar, esfolar e desfazer o que não me faz bem. Mas há vícios tão entranhados. Tantos interesses e desinteresses misturados numa pápa bolorenta e mal cheirosa que nem dá para pensar. Até o barulho das teclas do computador me irrita. A música irrita-me. A respiração irrita-me. A televisão irrita-me. A distância irrita-me. A negação irrita-me. A mentira irrita-me. A verdade irrita-me. Tudo me irrita. E sempre, sempre, sempre, sempre, a cada final de dia ultimamente a mesma pergunta na cabeça: para quê continuar a tentar?
dez
Epifania
Às vezes não é preciso alguém dizer-nos as coisas. Às vezes acordamos, abrimos os olhos e sabemos.
dez
Fracasso
Sou um fracasso. Pronto, está dito. Tenho andado em maré de falha. Falho no trabalho, falho com amigos, falho com família, falho em casa, falho nos meus sentimentos, falho-me. Tudo se parece estar a desmoronar, porque dei um empurrão para isso acontecer. Uma espécie de sabotagem cíclica e constante. Olho à volta e vejo um enorme contrato temporário. Nada é consistente. A minha atenção está baixo. A minha energia está em baixo. O meu dinheiro está em baixo. A minha dedicação está em baixo. Não consigo respirar. Não consigo melhorar. Não consigo nada. Sou um fracasso.
POR: B ( 0:55) | LINK
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| Último comentário por Wagner
dez
out
Being B!

Nos últimos dias, por razões desconhecidas, cruzei-me pessoalmente com diferentes pessoas em diferentes ocasiões que me disseram "o que é feito do teu blog?". Bom, ele ainda aqui está. Eu ainda aqui estou. Ainda abro o editor de posts na esperança que saia alguma coisa. Simples, clara e que resuma o meu estado de mente. Mas a verdade é que não sai nada. Não por ausência de coisas por dizer, nem sequer por falta de vontade... mas... não sai. O que tenho feito bastante é reler. Reler e reler posts para me ajudar a ganhar perspectiva. É a minha espécie de viagem ao passado ao estilo de "Being Erica" - série de TV que ando a consumir a um ritmo acelerado. É uma daquelas séries muitos simples em forma e conceito mas que de alguma maneira se entranha e nos faz pensar um pouco no final. Claro que não tenho nenhum Dr Tom a ajudar-me a regressar ao passado e a corrigir ou melhorar as coisas que eu fiz, mas (e voltando ao mundo real) posso passar pelo que escrevi e perceber quem fui, pensar em quem sou e definir quem quero ser. E não é sempre fácil, mas às vezes ajuda a desfazer um bocado o puzzle e a perceber que estou onde é suposto estar. Que entre curvas e contra-curvas pareço estar a chegar a algum lado. Dia após dia. Brave baby steps. Ainda a descobrir novos caminhos e ainda a desiludir-me com o mundo e com as pessoas e ainda a deixar outras tantas desiludidas também. Nem sempre podemos ser responsabilizados pelas armas que nos colocam nas mãos e que inevitavelmente temos de disparar para seguir em frente. Às vezes é inevitável magoar. Às vezes as coisas arrumam-se por elas mesmas sem grande esforço da nossa parte. Outras vezes só se arrumam após anos e anos de esforço e paciência. Tem sido um longo caminho nem sempre compreensível aos olhos de todos. Continuará a ser assim. Mas no final da viagem espero dizer: vim de single white male a happy white male (single ou nem por isso).
set
Celebration
Há uma cláusula no contrato deste blog que me obriga a publicar os vídeos da Madonna. Gosto mais da versão não remixada :-P
ago
Direcções
Quanto mais penso, quanto mais tento, quanto mais me mexo mais me sinto incomodado. Há uma enorme nuvem negra que teima em voltar, instalar-se, chover o que lhe apetece e desaparecer sadicamente durante uns tempos para depois regressar em força para relembrar a verdade que se vai tentando esquecer: não está tudo bem. Não está, nem tão pouco se avizinha que esteja. Nunca é o fim do mundo. O barco vai-se levando ao longo da tempestade. Mas por vezes, por segundos ou minutos (e em piores alturas - horas e dias) dá vontade de largar o leme. A inércia corrompe os meus dias e a minha vontade de trabalhar. Somam-se situações, confusões, pessoas e sentimentos que não se ligam, encaixam, arrumam ou ignoram com facilidade. Tenho 27 anos. Gostava de ter 17! Gostava de sentir a inconsciência da adolescência, aquela altura em que é tudo intenso mas breve e pouco pensado. Se sair bem saiu. Se sair mal paciência. Agora dou comigo sempre a pensar nas mil ramificações que cada movimento provoca. Dou comigo a pensar na pessoa X que está ligada à pessoa Y que por sua vez conhece a pessoa Z e que se sente de maneira A que me faz sentir de maneira B e que obriga a outro qualquer ser humano algures se sinta de forma C. E no meio da chuva, da trovoada, do barulho não me consigo ver. Simplesmente não me consigo ver. Não sei bem o que quero ou o que não quero. Não sei o que esperar dos outros porque eventualmente não sei o que esperar de mim. E a inércia, aquela que me leva a vontade de trabalhar, agarra-me também com força e não me deixa gritar. A minha armadura sempre foi pesada. Tornou-se menos complexa, com menos partes e talvez menos eficiente ao longo dos tempos. Mas nunca menos pesada. Estou a divagar e não sei o que estou a dizer. Nada faz sentido. É isso mesmo. Nada faz sentido. Apetece-me encostar o carro. Descer o vidro e pedir direcções. Mas um homem crescido não faz isso. Ever.
jul
Porque o calor continua...
Baby. Baby. Baaaaby.
POR: B (18:01) | LINK
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| Último comentário por casccalense
jul
Não gosto...
... desta sensação de a vida ser demasiado grande e intensa, e ao mesmo tempo, pequena e sem graça.

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